| |
Até
me tornar um shaper da Hot Buttered, foi necessário
muita perseverança e dedicação
ao trabalho para então poder oferecer o know how
exigido pela marca, que trabalha há anos em prol
da evolução das pranchas e dos produtos
ligados ao surf. Vou contar um pouco da minha história.
Nasci no Rio de Janeiro em 1974, comecei a surfar aos
12 anos, e logo me interessei pela fabricação
de pranchas. Comecei como todo garoto na década
de 80, conser-tando pranchas para os amigos. Assim,
conseguia um dinheiro e
|
|
 |
| André
Cebola no meio da Barra - foto:Rick Werneck |
|
podia ficar mais perto da resina e da fibra, a fim de aprender
a shapear e ter uma oficina. Sou um apaixonado pelas ondas,
além de trabalhar com consertos, não saía
da praia para aprimorar o meu surf e sempre estar em contato
com os amigos. Em uma tarde, conheci uma pessoa que virou
meu amigo.
Ele me levou para trabalhar em uma oficina de médio
porte no centro do Rio de Janeiro. Comecei a aprender como
lixar, laminar e polir as pranchas. Com o tempo, aprendi a
shapear até saber quase todas as técnicas e
abrir com a cara e a coragem minha oficina. Essa mesma oficina
se transformou numa fábrica de foguetes para a HB,
sendo autorizada pelo Terry. Peraí!!! Já ia
esquecendo a parte mais importante dessa história:
como cheguei até a HB. Um amigo de colégio trabalhava
em uma loja da rede e me apresentou ao dono, João,
que me deu a oportunidade e apostou no meu trabalho. Fizemos
uma parceria que virou mais que um business, uma
amizade que torna nosso trabalho cada vez melhor, do jeito
que a marca Hot Buttered merece.
Já viajei pelo Brasil, e para o exterior à procura
de novas tecnologias, faço pranchas para equipe de
atletas da HB, Guilherme Herdy (PRO), Andrea Lopes (PRO),
Marcos Alonso (PRO), Thiaguinho (AM), Gnomo (AM), entre outros
grandes surfistas.
|
|